Leituras sobre tipos de pesquisa

>>> Textos indicados pela minha orientadora: Profª. Maria Aparecida Moreira.

A Pesquisa Qualitativa parece ter vocação para mergulhar na profundidade dos fenômenos. (BIGNARD, p. 2)

A Pesquisa Quantitativa aplica-se à dimensão mensurável da realidade, origina-se na visão newtoniana dos fenômenos e transita com eficácia na horizontalidade dos extratos mais densos e materiais da Realidade. (BIGNARD, p. 2)

Segundo (VENTURA, 2007, p. 383)), o estudo de caso é um tipo de pesquisa não tão fácil de caracterizar devidos às suas abordagens e aplicações.

Pesquisa-ação, segundo VENTURA (op. cit, 2007, p. 383), é o exame do próprio universo. Já, segundo o mesmo autor, o estudo de caso estuda toda uma unidade ou parte desse todo.

O estudo de caso é utilizado tanto em abordagens qualitativas quanto quantitativas. (VENTURA, op.cit., p. 383)

O estudo de caso surgiu na área das pesquisas médicas e psicológicas. Atualmente, é tido como caso clínico, técnica psicoterápica, metodologia didática ou modalidade de pesquisa. (VENTURA, op.cit., p. 384)

Segundo VENTURA (2007, p. 384), O estudo de caso visa à investigação de um caso específico, bem delimitado, contextualizado em tempo e lugar para que possa realizar uma busca circunstanciada por informações.

Tipos de estudo de caso: unidade e múltiplos (VENTURA, op.cit., p. 384)

Classificação dos estudos de caso- intrínseco ou particular- compreende melhor um caso em particular; intrumental- exame de um caso para compreender melhor uma questão, orientar estudos ou ser instrumento para pesquisas anteriores; coletivo- teorização de um conjunto ainda maior. (VENTURA, op.cit., p. 384)

Buscar tanto o que é comum quanto o que é particular em cada caso e buscar o resultado final que provavelmente, mostrará alguma coisa original em decorrência de um ou mais aspectos: a natureza e o histórico do caso; o contexto em que se insere; outros casos pelos quais é reconhecido e os informantes pelos quais passa a ser conhecido. (VENTURA, op.cit., p. 384)

Estudo de caso é verificado nas pesquisas exploratórias, por sua flexibilidade, é recomendável nas fases iniciais de uma investigação sobre temas complexos, para a construção de hipóteses ou reformulação do problema. (VENTURA, op.cit., p. 385)

Com base nas aplicações apresentadas, evidenciam-se as vantagens dos estudos de caso: estimulam novas descobertas, em função da flexibilidade do seu planejamento; enfatizam a multiplicidade de dimensões de um problema, focalizando-o como um todo e apresentam simplicidade nos procedimentos, além de permitir uma análise em profundidade dos processos e das relações entre eles. (VENTURA, op.cit., p. 386)

CALL- computer-assisted language learning (LEFFA, 2006, p. 12)

“O computador não substitui nem o professor nem o livro.” (LEFFA, op. cit., p. 13)

A aprendizagem mediada por computadores teve início na década de 60 com um projeto conhecido como Plato, usado por algumas universidades americanas. (LEFFA, op. cit., p. 13)

Fora chamado de CALL BEHAVIORISTA (LEFFA, op. cit, p. 14 apud WAUSHCUER e HEALEY, 1998) e continha exercícios básicos de gramática que visavam à repetição e o reforço e eram feitos nos laboratórios de informática. (LEFFA, op. cit., p. 14)

A partir de 1980, surgi o CALL COMUNICATIVO (LEFFA, op. cit, p. 14 apud WAUSHCUER e HEALEY, 1998). Mantinha algumas atividades behavioristas e incluía atividades de reconstrução textual, jogos didáticos, simulações gráficas e produção textual.

O advento do cd- ROM e da Internet propiciou o chamado CALL INTEGRATIVO (LEFFA, op. cit, p. 14 apud WAUSHCUER e HEALEY, 1998). Aqui as quatro habilidades básicas da língua eram integradas numa única atividade.

O computador é uma ferramenta extremamente versátil, com enorme capacidade de adaptação; pode ser usado para inúmeras tarefas, tanto no trabalho como no lazer, tanto na educação como na pesquisa. (LEFFA, op. cit., p. 15)

(LEFFA, op. cit., p. 15)
Caracterização do Magister:
O Magister usa uma toga para mostrar que é qualificado. Recebe um salário por mês. Carrega uma palmatória, real ou metafórica, para castigar os alunos que não dão as respostas certas. […] É ele que seleciona o que vai ser ensinado, decide a ordem em que conteúdo será apresentado e estabelece que atividades vão ser desenvolvidas (HIGGINS, 1983, p. 4).
Caracterização do Pedagogue:
O Pedagogue é o escravo grego, usado pelas famílias ricas do império romano para educar os filhos. […] Quando o aluno estala os dedos, ele se aproxima para dar a informação solicitada, responder a uma pergunta, ou talvez, se for o que o jovem mestre desejar, conduzir um debate ou aplicar um teste. Pode ter muito saber, mas o saber só emerge sob demanda; é uma biblioteca ambulante. Não tem salário e quando deixar de satisfa-zer o aluno será descartado ou vendido. (HIGGINS, 1983, p. 4)

A diferença entre Pedagogue e Magister, é de natureza motivacional e não ética. (LEFFA, op. cit, p. 16)

>>> O gênero digital remete-nos a Bakhtin, Halliday, Kree e Lane. (LEFFA, op. cit, p. 17)

>>> Vygotsky e seus seguidores tem despertado a curiosidade dos adeptos do CALL.

Brunner- Scaffolding
Cazder- O desempenho vem antes da competência.

“A vida é um hipertexto cheio de links”. (LEFFA, op. cit., p.9)

Estudo de caso é a investigação profunda e exaustiva de um participante ou um pequeno grupo. (LEFFA, op. cit, p. 20)

O estudo de caso é um tipo de pesquisa qualitativa, com ênfase na maior exploração e descrição detalhada de um determinado evento ou situação, sem a preocupação de descobrir uma verdade universal e generalizável. (LEFFA, op. cit, p. 21)

>>>Etapas da elaboração do estudo de caso

1ª- Elaboração do protocolo
Estabelecimento das competências necessárias para conduzir adequadamente o estudo. (LEFFA, op. cit, p. 25)
2ª- Execução do projeto
Coleta de dados (LEFFA, op. cit, p. 25)
3ª- Análise de dados
Exame, tabulação e classificação dos dados de acordo com os objetivos propostos no estudo realizado. (LEFFA, op. cit, p. 25)

3 maneiras de interpretar os dados: holística (totalidade), detalhada (características isoladas) e padrões recorrentes (repetições de determinados grupos de traços associada a uma tarefa: erros comuns de escrita em situações formais e informais de produção textual,etc.)

Pattern-mmatching-– mecanismo de comparação controlado em que um padrão é comparado a um modelo já estabelecido. (LEFFA, op. cit, p. 27)

Explanation-building– construção de uma explicação a partir dos dados coletados. (LEFFA, op. cit, p. 27-28)

Time-series analysis– conhecimentos estatísticos para sua apalicação (LEFFA, op. cit, p. 28)

4ª- Elaboração da conclusão (LEFFA, op. cit, p. 28)

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