Ensino e pesquisa (trecho do artigo O ensino do inglês no futuro: Da dicotomia para a convergência, Vilson J. Leffa, 2003)

Veja-se entre as vozes contrárias, por exemplo, o que diz Emília Ferreiro:
Quando se faz [pesquisa ação] com a idéia de que osprofessores são investigadores, eu digo que não é bem assim. Ser pesquisador é uma profissão como qualquer outra, nem mais, nem menos. (…) todos podemos cantar, mas há alguns que são cantores profissionais,
especializados, e ninguém pode transformar-se em cantor por uma decisão coletiva (Ferreiro, 2001, p. 36). (1)

O problema quando se separam o ensino e a pesquisa, não permitindo que o professor pesquise, é que se deixa o professor sem opção, obrigando-o a aceitar a verdade dos outros. (1)

Se considerarmos que o professor deve não apenas consumir
pesquisa produzida por outros em outros lugares, mas produzir sua própria pesquisa, dentro de sua própria realidade, o trabalho de pesquisa é imprescindível. (1)

1. Procurar não apenas “passar” conhecimento para os alunos, mas também gerar o conhecimento necessário para uma melhor aprendizagem da língua.
(2)
2. Pertencer a uma comunidade de pesquisadores envolvidos com problemas afins.
(2)

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